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| Natal em Park City |
Cada pessoa possui uma experiência
diferente, muitos decidem prolongar o intercambio, outros não se adaptam a nova
família. Porém, toda a experiência adquirida durante o programa é valida, pois
ajuda no amadurecimento do individuo.
Ana Barbara Mirinha é um exemplo de
dedicação. Ela viajou para os Estados Unidos no ano de 2010, morou na cidade de
Park City, na época ela ainda cursava Design Gráfico no Brasil. A ex
participante trabalhou em uma grande companhia de resort durante as férias, fez
dinheiro, aprendeu inglês e conheceu muita gente. Voltou para o Brasil em 2011,
terminou a faculdade e agora trabalha na área gráfica.
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| Minha familia de PC |
“Os desafios que eu encontrei no
decorrer do intercâmbio me tornaram uma pessoa mais madura, confiante e responsável.
O work experiência me fez adquiri uma maior facilidade para trabalhar em equipe
e hoje isso me ajuda muito”, afirma a design.
“Viagem
significa novas culturas, novos conhecimentos. Eu como designer, observei tudo
de informação gráfica ao meu redor e pude absorver referências que hoje de certa
forma fazem parte do meu estilo gráfico”. Ela acabou de passar para pós
graduação na Federal Fluminense e mesmo assim ainda quer fazer outro intercâmbio.
Só quem vive um intercâmbio sabe como é uma experiência fantástica. “Sua mente
se abre para um mundo de novas idéias e isso de certa forma contribui e muito
para a formação de um ser humano mais motivado com uma cabeça aberta a novas
coisas”, conclui Ana.
O
estudante de Relações Internacionais morou na mesma casa que Ana Barbara em
Park City, na época ele estudava publicidade no Brasil, ao retornar percebeu as
mudanças que sua vida tomou. Os dois são
capixabas, ela é de Cachoeiro de Itapemirim e ele de Vitoria e se conheceram
nos Estados Unidos. O intercambio alem de ajudar no idioma, conhecimento cultural
ele também é um grande aliado na construção de amizades. “O diferencial da vida
de quem realizou experiências como intercâmbios no exterior, é tremendo, pois o
empregador sabe que está na frente de uma pessoa que sabe se adequar a várias
situações, tirando o inglês que quanto mais praticado no país de origem
melhor”, destaca Landerson
Outros países
Os programas de intercâmbio não estão crescendo apenas no
Brasil, a Arquiteta Peruana Sandra Larrea participou no ano de 2009 e 2010 de
experiências diferentes nos Estados Unidos. “Eu fiquei muito mais
segura de mim, mais independente, nos Estados Unidos eu tinha que fazer todas
minhas coisas, desde comprar comida até lavar minha roupa, aqui no Peru não”,
afirma Sandra.
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| Sandra visitando o Brasil |
A
arquiteta tem apenas 24 anos, e aproveita ao máximo ás oportunidades que a vida
disponibiliza, ela tem fluência no espanhol, inglês, italiano e estuda
português há dois anos. “Acho que tenho uma mente mais ampla desde que
trabalhei fora, descobri a vontade de viajar, conhecer culturas diferentes da minha”, finalizada a
Peruana
.
“A experiência
é única, fui com o objetivo principal de aprender outra língua, mas a gente
acaba voltando com uma bagagem enorme. Voltei mais flexível, característica que
o intercâmbista deve ter já que nos deparamos com culturas diferentes, crenças,
cotidianos e gostos totalmente diferente dos nossos, além disso, a questão da
responsabilidade voltei mais responsável também”, finaliza Thailini Ferrari ex
participante.





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