terça-feira, 18 de setembro de 2012

O olhar do intercâmbista

Natal em Park City

Cada pessoa possui uma experiência diferente, muitos decidem prolongar o intercambio, outros não se adaptam a nova família. Porém, toda a experiência adquirida durante o programa é valida, pois ajuda no amadurecimento do individuo.
Ana Barbara Mirinha é um exemplo de dedicação. Ela viajou para os Estados Unidos no ano de 2010, morou na cidade de Park City, na época ela ainda cursava Design Gráfico no Brasil. A ex participante trabalhou em uma grande companhia de resort durante as férias, fez dinheiro, aprendeu inglês e conheceu muita gente. Voltou para o Brasil em 2011, terminou a faculdade e agora trabalha na área gráfica.
Minha familia de PC
Os desafios que eu encontrei no decorrer do intercâmbio me tornaram uma pessoa mais madura, confiante e responsável. O work experiência me fez adquiri uma maior facilidade para trabalhar em equipe e hoje isso me ajuda muito”, afirma a design.
“Viagem significa novas culturas, novos conhecimentos. Eu como designer, observei tudo de informação gráfica ao meu redor e pude absorver referências que hoje de certa forma fazem parte do meu estilo gráfico”. Ela acabou de passar para pós graduação na Federal Fluminense e mesmo assim ainda quer fazer outro intercâmbio. Só quem vive um intercâmbio sabe como é uma experiência fantástica. “Sua mente se abre para um mundo de novas idéias e isso de certa forma contribui e muito para a formação de um ser humano mais motivado com uma cabeça aberta a novas coisas”, conclui Ana.
O estudante de Relações Internacionais morou na mesma casa que Ana Barbara em Park City, na época ele estudava publicidade no Brasil, ao retornar percebeu as mudanças que sua vida tomou.  Os dois são capixabas, ela é de Cachoeiro de Itapemirim e ele de Vitoria e se conheceram nos Estados Unidos. O intercambio alem de ajudar no idioma, conhecimento cultural ele também é um grande aliado na construção de amizades. “O diferencial da vida de quem realizou experiências como intercâmbios no exterior, é tremendo, pois o empregador sabe que está na frente de uma pessoa que sabe se adequar a várias situações, tirando o inglês que quanto mais praticado no país de origem melhor”, destaca Landerson


Outros países
Os programas de intercâmbio não estão crescendo apenas no Brasil, a Arquiteta Peruana Sandra Larrea participou no ano de 2009 e 2010 de experiências diferentes nos Estados Unidos. “Eu fiquei muito mais segura de mim, mais independente, nos Estados Unidos eu tinha que fazer todas minhas coisas, desde comprar comida até lavar minha roupa, aqui no Peru não”, afirma Sandra.
Sandra visitando o Brasil
            A arquiteta tem apenas 24 anos, e aproveita ao máximo ás oportunidades que a vida disponibiliza, ela tem fluência no espanhol, inglês, italiano e estuda português há dois anos. “Acho que tenho uma mente mais ampla desde que trabalhei fora, descobri a vontade de viajar, conhecer culturas diferentes  da minha”, finalizada a Peruana .
“A experiência é única, fui com o objetivo principal de aprender outra língua, mas a gente acaba voltando com uma bagagem enorme. Voltei mais flexível, característica que o intercâmbista deve ter já que nos deparamos com culturas diferentes, crenças, cotidianos e gostos totalmente diferente dos nossos, além disso, a questão da responsabilidade voltei mais responsável também”, finaliza Thailini Ferrari ex participante.

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